Microsoft revela detector ‘Deepfake’ antes da votação nos EUA

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A Microsoft revelou um software que pode ajudar a detectar fotos ou vídeos “falsos”, aumentando a lista de programas desenvolvidos para combater as imagens difíceis de detectar antes da eleição presidencial dos EUA.

O software Video Authenticator analisa uma imagem ou cada frame de um vídeo, em busca de evidências de manipulação que podem até ser invisíveis a olho nu.

Deepfakes são fotos, vídeos ou clipes de áudio alterados usando inteligência artificial para parecerem autênticos e já são alvo de iniciativas no Facebook e Twitter.

“Eles podem parecer fazer as pessoas dizerem coisas que elas não disseram ou estar em lugares onde não estão”, disse uma empresa postagem do blog na terça-feira.

A Microsoft disse que fez uma parceria com a AI Foundation em San Francisco para disponibilizar a ferramenta de autenticação de vídeo para campanhas políticas, veículos de notícias e outros envolvidos no processo democrático.

Os Deepfakes fazem parte do mundo da desinformação online, que os especialistas alertaram que podem transmitir mensagens enganosas ou completamente falsas.

Postagens falsas que parecem reais são uma preocupação particular antes da eleição presidencial dos EUA em novembro, especialmente depois que as postagens falsas nas redes sociais explodiram em número durante a votação de 2016 que levou Donald Trump ao poder.

A Microsoft também anunciou que incorporou tecnologia em sua plataforma de computação em nuvem Azure que permite aos criadores de fotos ou vídeos adicionar dados no fundo que podem ser usados ​​para verificar se as imagens foram alteradas.

O titã da tecnologia disse que planeja testar o programa com organizações de mídia, incluindo a BBC e o New York Times.

A Microsoft também está trabalhando com a Universidade de Washington e outros para ajudar as pessoas a serem mais experientes quando se trata de distinguir desinformação de fatos confiáveis.

“O conhecimento prático da mídia pode permitir que todos nós pensemos criticamente sobre o contexto da mídia e nos tornemos cidadãos mais engajados enquanto apreciamos a sátira e a paródia”, disse o post da Microsoft.


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